O contexto
A Movami aluga carros em Santa Catarina, com unidades em Florianópolis, Navegantes e Blumenau. A maior parte da comunicação de uma locadora fala com o turista e com quem precisa de um carro por alguns dias: é o cliente que aparece na busca e que todo concorrente disputa.
Mas a Movami também atende empresas. E frota corporativa é outro negócio: contrato mais longo, receita recorrente e uma decisão de compra tomada por gestor, não por viajante.
O desafio
Melhorar a rentabilidade do digital. Disputar só o aluguel de curto prazo significa pagar caro por cada clique numa praça concorrida, com ticket menor e cliente que compara preço até o último minuto.
O que fizemos
A Metris revisou a estratégia digital e deu foco ao B2B. A venda de frotas corporativas ganhou campanhas próprias, com mensagem, público e página pensados para quem decide a frota de uma empresa, e não para quem procura um carro para o fim de semana.
Separar os dois públicos é o que permite medir cada um pelo que ele vale. É o mesmo princípio que a gente aplica em marketing B2B e industrial: o ciclo é outro, então a campanha e a métrica também precisam ser.
O resultado
As campanhas de frota corporativa chegaram a ROAS de 80x em alguns meses de 2026. Cada real investido nessas campanhas voltou multiplicado em venda, e a operação digital passou a contribuir com mais rentabilidade, e não só com mais reservas.