O futuro das agências de performance está diretamente ligado à capacidade de atuar como parceira estratégica de crescimento, integrando automação, inteligência artificial e dados próprios para gerar impacto real no negócio, e não apenas indicadores de plataforma.
O que muda no papel da agência
A principal transformação não está nas ferramentas, mas no papel que a agência ocupa dentro das empresas.
Hoje, qualquer anunciante tem acesso às mesmas plataformas, algoritmos e formatos de anúncio. O diferencial deixou de ser saber operar e passou a ser saber decidir.
O novo papel da agência envolve:
- Traduzir objetivos de negócio em estratégias de mídia e crescimento
- Conectar marketing, vendas e dados
- Apoiar decisões de investimento com visão de margem e escala
- Atuar junto à liderança, não apenas ao time operacional
Agências que continuam restritas à execução tática perdem relevância. As que evoluem para estratégia se tornam parte do core do negócio.
Automação e IA
A automação e a IA já assumiram grande parte da operação:
- Bidding automatizado
- Distribuição dinâmica de orçamento
- Otimização de criativos
- Segmentação baseada em comportamento
Quando tarefas repetitivas são automatizadas, sobra espaço para o que realmente importa:
- Planejamento estratégico
- Leitura de dados
- Definição de prioridades
- Construção de vantagem competitiva
O futuro das agências de performance não é competir com algoritmos, mas orquestrá-los com inteligência humana.
Dados próprios como ativo estratégico
Com o avanço das restrições de privacidade e a redução da dependência de cookies de terceiros, dados próprios se tornaram o principal ativo das operações digitais.
Agências que dominam esse cenário ajudam seus clientes a:
- Estruturar coleta e governança de dados
- Integrar CRM, e-commerce e mídia paga
- Criar estratégias baseadas em comportamento real
- Reduzir dependência de plataformas
Sem dados próprios, não há personalização, previsibilidade ou escala sustentável.
É por isso que o papel da agência se expande para além do marketing: ela passa a influenciar decisões de tecnologia, CRM e operação comercial.
Agência como parceira estratégica de crescimento
No novo modelo, a agência deixa de ser fornecedora e passa a ser parceira de crescimento.
Isso significa:
- Participar do planejamento estratégico
- Ter visão clara de CAC, LTV e margem
- Conectar mídia à receita real
- Atuar com metas de negócio, não apenas de marketing
Esse movimento já é visível em modelos mais avançados de Agência de Performance, onde a atuação vai além da mídia paga e se conecta à estratégia global da empresa.
O futuro pertence às agências que pensam como negócio
Em 2026, as agências que se destacam não são as que dominam todas as ferramentas, mas as que entendem profundamente o negócio do cliente.
Automação e IA nivelam a operação. Dados próprios criam base. Estratégia gera diferenciação.
Agências que evoluem nesse sentido se tornam indispensáveis, mesmo em um cenário cada vez mais automatizado.
É essa visão que guia a atuação da Metris: performance orientada por dados, tecnologia e estratégia, com foco em crescimento real e sustentável.
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